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Iluminação de interiores: Não cometa esses erros

  • Foto do escritor: Rafael Borges
    Rafael Borges
  • 14 de jun. de 2019
  • 3 min de leitura

A iluminação de interiores deve ser levada à sério, pois pode impactar diretamente no seu bem-estar durante o tempo que passa em casa.

O que acontece é que muitas pessoas negligenciam essa etapa da construção e/ou da arrumação da casa, principalmente se só for responsável pela segunda (quando se aluga uma casa).

Na verdade, são poucos os que conhecem profissionais de iluminação de interiores e isso é ruim, pois eles podem impactar diretamente no humor familiar e, principalmente, no quanto você gasta com a conta de energia.

Afinal, quantas vezes você já escolheu uma luminária com um tamanho menor porque achou que se comprasse a maior, ela ocuparia muito espaço?

Quantas vezes você já teve dor de cabeça mesmo sem estar estressado ou sem nenhum motivo aparente?

Quantas vezes já sentiu uma pressão ocular, mesmo não estando na frente do computador ou utilizando o Smartphone?

Esses são apenas 3 dos problemas que uma má iluminação de interiores pode causar para com o seu residente.

Pensando nisso, eu conversei com alguns deles e puxei os principais casos que já presenciei sobre iluminação de interiores para separar os erros mais comuns.

4 erros de iluminação de interiores que as pessoas costumam cometer

Depois de conversar com todos eles, juntei e resolvi fazer esse artigo. Abaixo estão os principais equívocos e suas respectivas soluções para que você possa resolvê-los o mais rápido possível.

Colocar a mesma iluminação em todos os quartos

Para escolher a iluminação de cada cômodo é importante levar em consideração o aspecto funcional do espaço.

Por que colocar a mesma luz no escritório e no quarto se em um você dorme e no outro você trabalha?

Olhando por esse lado não parece ter muito sentido, não é?

Mas é exatamente isso: Não tem!

Quando você pensa sobre o aspecto funcional do cômodo, acredite, até a sua produtividade em relação ao que é feito ali, ela aumenta.

Para te ajudar, resolvi fazer um breve comentário sobre os principais cômodos e seus respectivos tipos de luz.

A temperatura de cor não está de acordo com o espaço



Existem três classificações padrões quando se trata de temperatura de cor luz: A luz quente (1000k à 4000k) a neutra (4000k à 6000k) e a fria (6000k à 10000k).


Novamente, o aspecto funcional deve ser levado em consideração.


Escolher tonalidades frias para o quarto, por exemplo, pode ser uma má ideia, pois tira todo o clima que esse tipo de cômodo deve ter.


Já um escritório aonde o rendimento máximo do indivíduo é exigido, deve ter esse tipo de luz, pois é uma temperatura de cor que estimula a produtividade!


Os banheiros podem ter luzes legais com variações na temperatura durante o banho para aquelas pessoas mais extrovertidas.


Abusar da iluminação embutida de efeito


Estão ficando cada vez mais acessíveis, porém deve-se tomar cuidado.


Por que?


Porque esse tipo de iluminação, normalmente, busca o foco enquanto as lâmpadas, por exemplo, emitem luz em seus 360 graus.


Para finalizar, esse tipo de iluminação, quando utilizada em grande quantidade, pode apresentar consequências bem desagradáveis para o subconsciente.


Esquecer de utilizar a luz natural


Para finalizar, porém não menos importante, a luz do dia que pode fazer maravilhas para a sua casa, para o seu bom humor, para a iluminação de interiores, e é claro para o seu orçamento mensal.


O único ponto negativo é que se a planta do imóvel, quando desenvolvida, não priorizou esse tipo de iluminação, então fica mais complexo para realizar alterações depois de pronta.


Mas, se possível, busque utilizar o máximo dessa luz.




Espero ter ajudado e espero que você evite esses erros!




Ficou com dúvida, não se esquece de curtir e compartilhar, ok?




Até a próxima!

 
 
 

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